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Câncer colorretal

  • esfoggia
  • 11 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 28 de abr. de 2025


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O câncer colorretal abrange tumores que acometem um segmento do intestino grosso (o cólon) e o reto. É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso e reto. Uma maneira de prevenir o aparecimento dos tumores seria a detecção e a remoção dos pólipos antes de eles se tornarem malignos (pela colonoscopia).


O câncer colorretal acomete cerca de um milhão de pessoas a cada ano no mundo. Corresponde ao terceiro tumor (excluindo o câncer de pele não melanoma) mais incidente ficando logo após próstata e mama. 


Os sinais e sintomas do câncer colorretal

Dependem da localização do tumor no intestino e, inicialmente, podem ser inespecíficos. Dentre os mais frequentes podemos citar:


  • Dor ou desconforto abdominal (cólicas frequentes, excesso de gases)

  • Mudança do hábito intestinal (diarréia ou constipação intestinal)

  • Sangramento anal ou nas fezes

  • Sensação de evacuação incompleta

  • Dor ao evacuar

  • Fraqueza, anemia, perda de peso inexplicada

  • Náuseas e vômitos

  • Redução no diâmetro das fezes

  • Obstrução intestinal

  • Alteração na coloração das fezes (escuras)

  • Aumento do volume abdominal, massas ou tumores palpáveis.



Principais fatores de risco para o câncer colorretal

Idade acima de 45 anos, história familiar de câncer colorretal, pólipos intestinais (adenomatosos), história pessoal de outros tipos de câncer como ovário, endométrio (útero) ou mama. Além destes, a obesidade, o sedentarismo, doenças inflamatórias do intestino (Retocolite ulcerativa e Doença de Crohn), doenças hereditárias como Polipose Adenomatosa Familiar (FAP) e Síndrome de Lynch, consumo de álcool, tabagismo e adoção de dieta rica em carnes vermelhas, embutidos e enlatados e com baixo teor de cálcio, pobres em frutas frescas e vegetais, favorecem a ocorrência da doença.


Prevenção e cuidados

Neste sentido, como prevenção primária ao câncer colorretal, a medicina recomenda uma dieta saudável, rica em vegetais, frutas e fibras. Deve-se evitar, também, o excesso de alimentos com alto teor de gordura animal, particularmente carnes vermelhas. Além disso, a prática regular de exercícios físicos é considerada fator protetor contra a doença (obesidade é fator de risco!). Ressaltamos que é importante, ainda, evitar o consumo de álcool e tabaco. Esses hábitos podem salvar a sua vida.


Diagnóstico

No que se refere ao diagnóstico precoce, está indicada a realização dos exames de rastreamento a partir dos 45 anos de idade, em pacientes que não são considerados como de alto risco. Para estes pacientes o rastreamento consiste em realização do exame de sangue oculto nas fezes anualmente, associado a um método de visualização da porção interna do intestino por meio de colonoscopia a cada 5 anos, se o exame for normal.


Tratamento

A cirurgia é o tratamento inicial, retirando a parte do intestino afetada e os nódulos linfáticos (pequenas estruturas que fazem parte do sistema imunológico) próximos à região. Em seguida, a radioterapia e/ou quimioterapia, podem ser utilizadas para diminuir a possibilidade de volta do tumor. O tratamento depende, principalmente, do tamanho, localização e extensão do tumor. Quando a doença está espalhada, com metástases para o fígado, pulmão ou outros órgãos, as chances de cura diminuem.

 
 

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©Dr. Enrico Sfoggia | Coloproctologista | CRM 33005 RQE 28949

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